É óbvio mas divertido


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Título: Corrida Mortal (Death Race).
Direção: Paul W. S. Anderson.
Gênero: Ação.
Elenco: Jason Statham, Joan Allen, Ian McShane, Tyrese Gibson, Natalie Martinez, David Carradine.
Sinopse: Jensen Ames (Jason Statham) é um ex-piloto profissional condenado por um terrível assassinato. Encarcerado em Terminal Island, uma prisão de segurança máxima  com regras próprias, ele se vê obrigado a voltar às pistas e participar de uma competição mortal cujo vencedor pode conquistar a liberdade. O problema é que lá a corrida e os competidores são diferentes, ao mesmo tempo em que a vontade de matar e ser livre correm lado a lado. 

 

Contrariando as expectativas… bem… ok. O filme é do jeito que esperávamos. Carros batendo, explosões, a cara feia de Jason Statham e lindas mulheres pra contrabalançar isso. Corrida Mortal não é um filme de grandes surpresas, mas é ótimo como passatempo. Você realmente se diverte na sala. E se empolga também, o que é até mais legal. Não ganhar um Oscar, mas quem sabe um Scream Awards?

Você nunca compraria pão com um cara desses.

Você nunca compraria pão com um cara desses.

Bom, o Jason Statham é um ex-piloto que está muito bem trabalhando quando chega em casa, dá um beijo na esposa, vai ver a filha pequena, e quando volta a mulher está jogada no chão morta. Ele ainda vê o bandido antes da polícia cair em cima dele. Claro que não é nada como “foi um homem de um braço só”. Seis meses preso e ele é enviado a uma prisão onde um novo esporte está sendo criado. A Corrida Mortal, com os presos como pilotos e a equipe mecânica.

Lembra de Carmageddom?

Em tempos de NFS, nada melhor que lembrar Carmageddom.

Idealizada pela diretora da prisão, Hennessey (Joan Allen), a Corrida Mortal consiste em uma corrida de 3 etapas cheia de desafios e perigos. Os carros são armados com metralhadoras, óleo, napalm, nitro, e tudo mais o que tiver direito. O piloto que vencer 5 dessas corridas ganha sua liberdade. A transmissão toda é feita pela internet e rios de dinheiro caem na conta da diretora e pro pessoal da prisão. Uma grana fácil. É só colocar os bandidos pra se matarem.

Não adianta procurar no Google ok? Isso é um filme.

Não adianta procurar no Google ok? Isso é um filme.

Os problemas da diretora Hennessey começam quando seu principal piloto Frankenstein (chamado assim por usar uma máscara pra esconder todas as cicatrizes da corrida), morre depois de uma disputa com Joe Metralhadora. A credibilidade está em jogo. É nesse momento que ela chama Ames para ocupar o lugar do antigo piloto e usar sua máscara. Tudo pelo social.

Jason Statham encarnando um integrante do Slipknot

Jason Statham encarnando um integrante do Slipknot.

Claro que no começo do filme você já entende que a morte da esposa de Ames faz parte de trazê-lo para a prisão no lugar de Frankestein. Como eu disse, não é filme de grandes surpresas mas de diversão.

 

E uma das coisas que aumenta a diversão do público do cinema e dos que assistem à Corrida Mortal no filme são as mulheres. Trazidas de uma prisão feminina elas são as co-pilotos e ajudam a carregar as armas, ajudar na navegação, e aumentar o Ibope. Rapaz, acho que essas garotas foram presas em alguma boate de strip-tease. Pela qualidade do material…

Natalie Martinez, ajudando no Ibope como a personagem Elizabeth Case.

Natalie Martinez, ajudando no Ibope como a personagem Elizabeth Case.

Carros explodindo, alta velocidade, explosões, sangue, belas mulheres, e a cara feia do Statham. O filme basicamente se resume a isso. Mas é legal. ^^

Chegar em primeiro não é a principal prioridade.

Chegar em primeiro não é a principal prioridade.

Curiosidades:

- Para se preparar para as filmagens Jason Statham treinou por meses com um ex-integrante da Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, que também trabalhou na preparação dos gladiadores de 300 (2007). 
- Rodado em apenas 50 dias.
- Ao todo foram usados 35 carros durante as filmagens, tendo sido reparados por uma equipe de 85 mecânicos. 
- Refilmagem de Corrida da Morte – Ano 2000 (1975). 
- David Carradine, que estrelou o filme original, dá voz ao personagem Frankenstein na cena de abertura.

 

Fonte: AdoroCinema.com

~ por neojoy em 17 novembro, 2008.

2 Respostas to “É óbvio mas divertido”

  1. muito doido.

  2. È o melhor filme do mundo…

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